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30 Minutos ou Menos



30 Minutos ou Menos

(30 Minutes or Less)

 É um daqueles filmes de comédia com personagens bem "atrapalhados", não é um humor apelativo e não chega a ser algo "mamãe fiz xixi na calça", mais tem certos pontos engraçados. O roteiro do filme é simplesmente impossível de se adivinhar o que irá acontecer, pois até mesmo assaltar um banco assim e fugir tão fácil talvez seja algo já exagerado na história sem contar que eles colocaram uma bomba em um entregador de pizza, talvez isso seja um pouco menos comum, mais isso é coisa própia de filme. Enfim, o filme é bom, eu gostei bastante e é um ótimo entreterimento. 


Sinopse: Nick é entregador de pizza de uma pequena cidade e sua vida se choca com os grandes planos de dois aspirantes a vilões criminosos (Danny McBride e Nick Swardson). A dupla explosiva sequestra Nick, forçando-o a assaltar um banco. Com poucas horas para realizar essa impossível tarefa, Nick pede ajuda do seu ex-melhor amigo, Chet (Aziz Ansari). Com o tempo se esgotando, os dois têm de lidar com a polícia, com os assassinos de aluguel, lança-chamas e o próprio relacionamento tempestuoso que mantêm entre si.





Pontuação IMDb
6.2


Pontuação Pessoal
8.3
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Pink Floyd - The Wall

Pink Floyd

Muitos de nós, floydianos, somos fãs do Pink Floyd por causa da voz suave de Roger Waters, dos ótimos solos de guitarra de David Gilmour, do estilo "dó-ré-mi" de Nick Mason ou dos lindos acordes de Richard Wright. Admiramos os shows, as letras simbólicas e progressivas, a incrível capacidade de demonstrar sentimentos pela música, e muitas outras qualidades mais.
Porém, existe uma característica no Pink Floyd que poucas bandas possuem, e que atrai milhões de fãs em todo o mundo: a possibilidade de se envolver com as letras.
E, com certeza, o álbum THE WALL (e o filme) é o que mais tem essa capacidade de entrar em nossos corações. Podem chamar isso de alienação, mas, confesso que se eu não pudesse desabafar às vezes ouvindo aquele solo de guitarra em Comfortably Numb no último volume, já teria encontrado alguma outra forma menos sadia de acabar, ou pelo menos de me aliviar das preocupações (drogas, por exemplo).
Alguns podem achar exagero, outros sabem muito bem do que falo, porque também o fazem. E eu digo para vocês: se você não entrar na história, não se envolver, o álbum THE WALL será sempre um simples CD (ou vinil) duplo da capa branca, com "azulejos" e monstrinhos desenhados e que tem aquela música do "Hey teacher!". Porém, se você assistir o filme, deixar as músicas entrarem em seu coração, e passar a enxergar o muro que envolve a cada um de nós, verá que THE WALL retrata as nossas próprias vidas, nosso sofrimento de pessoas inteligentes que se importam e sofrem com o mundo que está aí.
Afinal de contas, aquele filme não é simplesmente uma história baseada na vida de Roger Waters, pois, se você prestar bastante atenção, descobrirá que essa "autobiografia incrementada" é apenas um pretexto para Waters e, por que não, Gilmour e Ezrin, apontarem tudo o que há de absurdo neste mundo louco em que vivemos.

Resumo : 
Para Floyd, o mundo estava errado. Mas para o mundo, quem estava errado era Floyd. Ele era o isolado, o diferente, o louco.
Quantas vezes isso não ocorre na nossa vida: enquanto nós podemos ver claramente inúmeros erros grotescos na sociedade, e nas pessoas, quando vamos falar com estas pessoas sobre o que está errado, quem acaba se passando por alienado somos nós mesmos. O próprio Roger Waters foi taxado de depressivo pela crítica por causa do THE WALL. Isso ocorre pela primeira vez geralmente logo na idade escolar, onde já podemos enxergar as diferenças entre nossos colegas.
Daí, quando nos vemos diante de um dilema como este, nosso instinto acaba tomando uma decisão, de nos juntarmos aos alienados ou não. Se o nosso instinto acatar a segunda opção, o muro começa aí, e só vamos nos dar conta dele bem mais tarde...
Quebrar o muro significa mudar o mundo, para que não precisemos mais ficar isolados dele. Mas isso é muito difícil, Floyd não conseguiu. Ao invés de ele quebrar o muro, a sociedade é que o derrubou. Ter o muro derrubado significa ter suas idéias expostas e ridicularizadas pela sociedade, a voltar a ser chamado de “alienado” pelas pessoas que se julgam normais.

Conclusão:
Então, o que devemos aprender com THE WALL ?
A verdadeira mensagem está naquele menino que aparece no final do filme, que joga a sujeira fora da garrafa: talvez não precisemos nos isolar do mundo para tentar mudá-lo, mas sim, limparmos a sujeira de nossos corações e seguir em frente. Temos que quebrar os tijolinhos que aparecem no dia-a-dia constantemente, e não deixar que eles formem um muro enorme.
E você já reparou que, com todo o seu sofrimento, Floyd não disse uma palavra contra Deus? Pois é, se o muro te cerca pelos quatro lados, a saída está lá em cima. Sempre.

Assista abaixo Online 



adaptado de : http://whiplash.net/materias/especial/000242-pinkfloyd.html

Nota IMDb 7.8 
Nota Pessoal 10.0 
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Se enlouquecer não se apaixone

 Se enlouquecer não se apaixone
 
A pouco tempo atrás acabei achando esse filme por mera coincidência, lendo sua sinopse, resolvi dar uma checada, por ser um título bem aclamado pelo público nos comentários e é claro o elenco.

Bom no elenco temos o magnifico Zach Galifianakis, um dos melhores atores de comédia da atualidade, que participou de filmes como Hangover ( Se Beber, Não Case ), Due Date ( Um Parto de Viagem ).

A Linda e sobrinha da atriz Julia Roberts, Emma Roberts, que fez uma incrível interpretação do personagem.

E é claro o protagonista do filme Keir Gilchrist que também interpretou muito bem.

A sinopse
O adolescente Craig Gilner (Keir Gilchrist), clinicamente deprimido, encontra um novo começo ao se internar na ala psiquiátrica para adultos de um hospital.

Estressado e sem conseguir suportar mais a pressão de um pai autoritário e de sua mãe melancólica (Lauren Graham, a engraçada Lorelai Gilmore da série Gilmore Girls), o jovem tem dificuldades para encarar sua transição para a fase adulta, enquanto os amigos e a garota por quem é apaixonado fingem segurança.

Narrado na primeira pessoa, Se Enlouquecer, Não se Apaixone detalha a experiência de Craig em seus 5 dias de internação, em que conhece Bobby (Zach Galifianakis), interno que o introduz aos excêntricos pacientes do hospital, entre eles Noelle (Emma Roberts), por quem nutri afeto.

Nota IMDb :  7.1
 
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Up Altas Aventuras

Minha Opinião 
Up Altas Aventuras
Fantástico, desde seus personagens elaborados e explorados de uma forma única ao seu enrredo
que mesmo sendo um desenho conseguiu chamar a minha atenção, uma perfeição da Disney.
esse filme é daqueles que tem um significado muito profundo por trás do enrredo.
não é só uma historinha pra criança ficar distraída.
a História de Carl ( Personagem Principal ) é uma lição de vida para todos nós...
porem vou parar por aqui mesmo e te deixar curioso hahahahhaha
assita o filme, super recomendo.
 
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