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SWISS LIPS



Pesquisando bandas na blogosfera, recem descobri uma banda bem bacana
chamada Swiss Lips, suas músicas lembram bem o Foster the People, MGMT .....
Sendo que a semelhança da tonalidade da voz do vocalista lembra muito com a do Mark Foster.
Algo que me despertou minha atenção.

O clipe abaixo U GOT THE POWER, vai fazer você sentir nos anos 80 e com certeza vai adorar.
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Avenged Sevenfold


Nossa, eu já estava esperando este post a um bom tempo, bom o que dizer de A7X ( como tambem é chamada a banda ),  eu conheci a banda por acaso, pesquisando músicas novas na época em meados de 2009, eu estava me introduzindo a ouvir sons mais elaborados (saindo do eletro, dance, que pelo amor de Deus, a maioria tem letras horríveis...), pesquisando então alguma banda que tinha algo que me indentificasse, que foi díficil (como todos sabem, a proporção de bandas é enorme) mais com sorte acabei achando o Avenged Sevenfold.

Por mera sorte do destino, a primeira música da banda que eu ouvi foi Afterlife, uma música que é impossivel de se esquecer, simplesmente fantástica. Que com certeza me marcou muito.




Continuando nosso post, a banda é com certeza uma das melhores da atualidade, sem contar que existe muitos fãs espalhados pelo Brasil e pelo mundo, algo que é muito legal de se ver.

Álbuns de estúdio

Ano Álbum Gravadora
2001 Sounding the Seventh Trumpet Good Life Recordings
2003 Waking the Fallen Hopeless Records
2005 City of Evil Warner Bros. Records
2007 Avenged Sevenfold Warner Bros. Records
2010 Nightmare Warner Bros. Records
Integrantes
Atuais


    M. Shadows - vocal e teclados (1999 - presente)
    Zacky Vengeance - guitarra rítmica e backing vocals (1999 - presente)
    Synyster Gates - guitarra solo, teclados e backing vocals (2000 - presente)
    Johnny Christ - baixo e backing vocals (2003 - presente)

Ex-membros

    Matt Wendt - baixo (1999 - 2000)
    Justin Sane - baixo e piano (2000 - 2002)
    Dameon Ash - baixo (2002)
    The Rev - bateria, piano, percussão e backing vocals - (1999 - 2009)

Turnê

    Mike Portnoy - bateria (2010)
    Arin Ilejay - bateria e percussão (2011 - presente)
Um pouco de História da Banda
a banda norte-americana Avenged Sevenfold nasceu em 1999, quando cinco amigos se uniram para tocar metalcore na cidade de Hutington Beach, na Califórnia. Na época, nem o guitarrista solo Synyster Gates (Brian Haner Jr.) nem o falecido baterista Jimmy “The Rev” Sullivan faziam parte do grupo, embora se conhecessem e estudassem juntos.
Embora tenham adotado o estilo no início da carreira, com o tempo foram agregando novas sonoridades às suas músicas e, hoje, a banda caracteriza uma mistura dos estilos: hard rock, alternative rock e heavy metal, entre outros – além do próprio metalcore, que marca suas origens. Os membros banda, por terem desenvolvido um estilo muito próprio, costumam afirmar que preferem que sua música não seja “rotulada”.
O nome Avenged Sevenfold foi inspirado da Bíblia, inspirado numa passagem do livro Gênesis, no qual Caim é marcado por Deus e sentenciado a viver no exílio de modo a ser punido pelo crime que cometeu. Em conseqüência, todos os outros homens foram proibidos de tirar a vida daquele que carregasse a marca e os que ousassem tentar matá-lo conheceriam a ira divina e teriam seu crime vingado sete vezes.
A influência bíblica sobre a banda vai muito além do nome. Referências às sagradas escrituras nas composições são comuns, já que o vocalista, M. Shadows, tem muito interesse pelo assunto.

Jimmy ( The Rev )

Em 28 de dezembro de 2009, James Sullivan foi encontrado morto em sua casa. Ele tinha 28 anos e, na ocasião, foi anunciado que ele teria falecido por causas naturais e que a autópsia feita em seu corpo havia sido inconclusiva.

Em junho de 2010, porém, foi revelado que sua morte foi causada por uma overdose provocada pela mistura de oxycodona (opiáceo potencialmente viciante utilizado no tratamento da dor, principalmente em pacientes vítimas de câncer), diazepam (sedativo) e álcool. Foi anunciado também que Jimmy sofria de cardiomegalia (seu coração havia crescido além do normal) e que a condição pode ter contribuído para o seu falecimento. Jimmy foi enterrado em 06 de janeiro de 2010, após um velório reservado ao qual compareceram cerca de 600 pessoas.

Download Discografia Completa :
Download  - Via Torrent 761.05 MB

 
Nota : 10.0
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Foster the People - Ruby


Uma nova faixa dos moleques de Los Angeles circula na rede. “Ruby” tem sido tocada nos shows do Foster The People desde alguns meses atrás, mas agora a versão de estúdio está disponível para audição! Ainda não se tem informações sobre seu lançamento, mas fica claro porque ela não entrou em Torches, álbum lançado ano passado. Não espere batidas rápidas e sintetizadores nervosos, “Ruby” é lenta e o piano se faz presente toda a música. Quase melancólica, mas uma delícia. Enjoy.

http://www.505indie.com.br/news/ouca-a-nova-musica-do-foster-the-people-ruby/
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Arctic Monkeys fará show em Paris e site oficial transmitirá ao vivo


Sim. É nessa próxima sexta-feira, dia 3 de fevereiro. O site oficial do Arctic Monkeys transmitirá ao vivo o show da banda no Olympia, em Paris. Os ingressos estão esgotadíssimos.
Será uma prévia do show que os brasileiros verão no dia 8 de abril, na segunda noite do Lollapalooza Brasil. O show de Paris terá transmissão a partir de 18h15 (horário de Brasília).





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Arctic Monkeys

Já estava, há um bom tempo querendo fazer um post sobre o Arctic Monkeys, bom é uma banda fantástica, eu admiro muito o trabalho da banda, e é um com certeza um das minhas bandas preferidas.
Conheci a banda meio que sem querer, nem sabia o nome da banda, nem seu estilo musical,e sua primeira música que eu conheci foi Fluorescent Adolescent do album Favourite Worst Nightmare, na época eu só tinha 11 anos e tinha gostado muito da música e ainda mais o clipe com os palhaços malucos.. foi demais...

A banda tem 4 álbuns sendo eles :
Whatever People Say I Am, That's What I'm Not
Favourite Worst Nightmare
Humbug
Suck It and See  

Biografia da banda:
Arctic Monkeys é uma banda britânica de Indie Rock formada em 2002 no subúrbios de Sheffield, Inglaterra.

A banda é geralmente considerada parte da cena indie rock, assim como as bandas contemporâneas The Libertines, The Strokes e Franz Ferdinand. Atingiram o sucesso através de fitas demo e compartilhamento de arquivos.

Após ganharem suas guitarras no natal de 2001, os vizinhos Alex Turner e Jamie Cook montaram uma banda com seus amigos da escola, Andy Nicholson, que tocava baixo, e Matt Helders, a quem sobrou ser o baterista.

Sob o nome Bang Bang, eles tocavam covers de bandas como Led Zeppelin e cantavam com sotaque estadunidense. Após Alex assumir o vocal e a tarefa de escrever canções (ele na verdade já tinha algumas prontas), eles mudaram o nome da banda para Arctic Monkeys.

Após alguns dos primeiros concertos, em 2003, eles começaram a gravar CDs demos e distribuí-los para o público. Como a oferta era limitada, os fãs copiaram as canções e as disponibilizaram pela internet. Até um perfil da banda no site MySpace foi criado, tudo sem que os próprios membros estivessem cientes. Graças a essa divulgação viral pela grande rede, logo não apenas os amigos, mas centenas de pessoas cantavam todas as letras nos concertos.

Em 2004, sua popularidade chamou a atenção da BBC Radio One e da imprensa britânica. Mark Bull, um fotógrafo amador local filmou uma apresentação ao vivo e fez o videoclipe para Fake Tales of San Francisco, lançando-o no seu site, juntamente com a coletânea Beneath the Boardwalk.

Em maio de 2005 a banda lançou seu primeiro EP, Five Minutes With Arctic Monkeys, com apenas 1500 cópias em CD e 2000 em Vinil de 7”, mas também disponível na iTunes Music Store. Em junho assinaram contrato com a domino records e logo depois, tocaram no Carling Stage, palco dos festivais de Reading e Leeds reservado para bandas menos conhecidas.

Em outubro, o primeiro lançamento pela Domino, I Bet You Look Good On The Dancefloor, foi direto para o primeiro lugar nas vendas de compactos do Reino Unido, com 38.962 cópias. No mesmo mês, estamparam sua primeira capa da revista New Musical Express.

O segundo compacto, When the Sun Goes Down, saiu em 6 de janeiro de 2006 e vendeu 38.922 cópias, novamente alcançando o topo das vendas.

Mesmo com o vazamento na Internet e o intenso compartilhamento de arquivos, o álbum de estreia Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not, lançado em 2006, alcançou cifras recordes de venda. As 120 mil cópias no Reino Unido só no primeiro dia ultrapassavam a soma de todos os outros álbuns do “top 20” do país nessa data, e a primeira semana foi fechada como 363.735 cópias.

Sem deixar a poeira baixar, em abril de 2006 lançaram um EP com cinco faixas, Who the Fuck Are Arctic Monkeys. Apesar das altas vendas, o linguajar sujo das canções resultou em baixas execuções no rádio, o que não incomodou a banda. Logo após o lançamento do EP, a banda apresentou um novo baixista, Nick O’Malley. Incialmente, Nick apenas substituiria Andy na turnê pelos Estados Unidos, mas depois foi anunciado que ele tinha deixado a banda em definitivo.

Em agosto, lançaram Leave Before the Lights Come On, o primeiro compacto a não alcançar o primeiro lugar de vendas. Pouco depois, o álbum Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not ganhou o Mercury Prize, deixando para trás álbuns como The Eraser de Thom Yorke, The Back Room dos Editors e Black Holes and Revelations do Muse.

Em abril de 2007, lançaram Favourite Worst Nightmare de tal expectativa que foram feitas 400 mil cópias na Grã-Bretanha.
O novo CD foi um sucesso, com músicas como Fluorescent Adolescent e Teddy Picker.

Em agosto de 2009 foi lançado o disco Humbug, diferente de todo o material que eles haviam produzido até então, com um tom agora mais sombrio e adulto que antes.

O quarto álbum “Suck It and See” de 2011, foi um tremendo sucesso, com um novo tipo de sonoridade, um amadurecimento ainda maior da banda, com batidas viciantes.
Seu primeiro Single com o mesmo nome do Album "Suck It and See" chegou a mais de 726.892 Visualizações no Youtube
 

Confira abaixo alguns clipes da banda ...





Fontes : http://www.lastfm.com.br/music/Arctic+Monkeys/+wiki
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Panic! at the Disco


Panic! At The Disco
É uma banda de rock americana de Las Vegas, Nevada, formada em 2004 e composta por Brendon Urie (vocais, piano, teclado, guitarra), Spencer Smith (bateria)


Biografia :
Tudo começou quando Ryan Ross pediu uma guitarra aos pais de presente, enquanto Spencer Smith pedia ao seus pais uma bateria "Na verdade, naqueles primeiros anos, tudo o que fizemos foram covers do Blink-182", lembra Spencer. Cansados de fazer covers, a banda recrutou os colegas Brent Wilson e Brendon Urie para o baixo e guitarra. Houve mudanças quando aconteceu uma apresentação da banda na escola, a qual Brendon participava. Brendon cantou, e os outros integrantes ouviram sua voz e a acharam brilhante. Convocaram-no então, para ser o vocalista.
Com a última arrumação feita, a recém-nascida Panic! At The Disco começou a praticar na sala de estar da avó de Spencer e a compor as músicas que iriam eventualmente colocá-los no caminho para o álbum "A Fever You Can’t Sweat Out".
Eles colocaram suas músicas no site MySpace, e não foi muito depois que a banda despertou o interesse de Pete Wentz, baixista da banda Fall Out Boy, que apresentou a banda a Decaydance/Fueled by Ramen, um selo com espaço para novos talentos. "Nós nos achamos com a Decaydance e eles entenderam o que nós queríamos fazer como banda", explica Ryan. "Eles nos deram muita liberdade para fazer o que nos fazia feliz com a nossa música".
Mais tarde, após assinar o contrato, as coisas ficaram sérias e começaram a andar muito rapidamente. Spencer e Brent terminaram a escola por ensino à distância; Brendon tinha aulas durante o dia, praticava durante a noite e passava com muito esforço em seu último ano escolar. Ryan, decidiu abandonar a faculdade no fim de seu primeiro ano, causando uma grande discordância com sua família. “Quando contei ao meu pai que queria parar de estudar e escrever músicas, ele não gostou. Foi uma batalha entre eu fazer o que me fazia feliz e o que o fazia a ele feliz”.
Os quatro amigos então fizeram as malas, saíram de casa e foram para College Park, em Maryland, para gravar o álbum de estréia com o famoso produtor Matt Squire, que já trabalhou com Thrice e The Receiving End Of Siren. Algumas bandas passam toda a sua carreira apenas esperando fazer um álbum tão complexo, coesivo e criativo quanto A Fever You Can’t Sweat Out. Não o Panic! At The Disco: eles trabalharam para conseguir logo na primeira tentativa.“Nós não queríamos fazer um álbum que tivesse 11 faixas da mesma música,” explica Ryan. Para ter certeza de que isso não aconteceria, a banda teve o conceito de dividir o álbum em duas partes: a primeira sendo futurista, cheia de bateria elétrica e sintetizadores, e a segunda sendo nostálgica, cheia de pianos vaudeville e acordeões. “Eram dois extremos de influências sendo colocados um ao lado do outro: temos a música mais eletronica no álbum e também temos a mais antiga e fora de moda.” A banda pegou certos ponto de suas maiores – no entanto não visíveis – influências: a estrutura melódica do Third Eye Blind, intrumentação teatral Real e as vívidas e narrativas letras do Counting Crows. “Você não ouviria nosso cd e diria, ‘hmmm, esses caras são influencidos por Fleetwood e Counting Crows’, mas essas são as nossas bandas favoritas,” insiste Spencer.
A banda se tornou grande no PureVolume, ficando continuamente no Top 10 de bandas contratadas, e no MySpace, ficando em primeiro na parada indie, e quando voltaram a Las Vegas depois de gravar, realizaram uma apresentação na cidade-natal - na verdade a primeira ao vivo da banda e mais de duzentas pessoas apareceram. Os pais do garotos, especialmente os de Ryan, perceberam que a banda era mais que um hobby e viraram fãs de carteirinha da banda.
Em maio de 2006, Brent Wilson saiu da banda. Ele insistiu ter sido expulso da banda sobre a questão do dinheiro ter subido a cabeça dos outros 3 integrantes da banda. Mas,a banda anunciou que o motivo da saída de Brent foi por motivos musicais,na qual Spencer Smith afirmou para a imprensa “Tomamos a decisão baseados na falta de responsabilidade de Brent e o fato de que ele não esta progredindo musicalmente. Brent não escreveu nenhuma parte de baixo no álbum. Brent não gravou uma nota de baixo no álbum. Brendon e Ryan escreveram todas as partes de baixo e Brendon gravou todas as partes de baixo. Tivemos que simplificar algumas das partes de baixo que foram gravadas porque Brent não conseguia tocá-las ao vivo”. Com a saída de Brent Wilson, os integrantes do Panic! resolveram convidar Jon Walker para ser o novo baixista da banda.
No início de julho de 2009, o guitarrista Ryan Ross e o baixista Jon Walker resolveram deixar a banda. A razão é uma suposta discordância musical com os outros integrantes.
No dia 10 de julho de 2009, a banda volta a assinar o ponto de exclamação no seu nome. Isso deve-se ao fato de, no mesmo dia, o baterista da banda, Spencer Smith, ter postado no site oficial a demo de uma nova música, chamada Oh Glory, e assinado "Spencer of Panic! At The Disco".
No dia 30 de julho de 2009, Spencer confirma, em entrevista a MTV que Ian Crawforde e Dallon Weekes substituirão, respectivamente, Ryan e Jon na turnê com o Blink-182 que começa em breve. No final de 2009 foi lançada a música "New Perspective", presente na trilha sonora do filme Garota Infernal.
Logo depois da turnê, a banda confirma Dallon Weekes como baixista oficial.
O terceiro álbum de estúdio da banda, e primeiro após a saída de Ryan Ross e Jon Walker, foi chamado Vices & Virtues e lançado em 22 de março de 2011, com produção de Butch Walker e John Feldmann. Seu primeiro single, "The Ballad of Mona Lisa", foi lançado em 1 de fevereiro do mesmo ano.[1] Um trecho de 30 segundos da canção foi liberado em 17 de janeiro de 2011.No dia 02 de março de 2011, o segundo single,Ready to Go foi lançado.[1]
No dia 22 de setembro de 2011, a banda divulga "Mercenary", canção a constar na trilha sonora do aclamado game Batman: Arkham City.

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